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Notícias › 14/05/2021

Guerra Israel-Palestina: a tragédia das crianças

O Secretário-Geral da ONU, Antonio Guterres, condenou o lançamento de foguetes palestinos e convida Israel à moderação. A declaração coincide com outra noite de terror. Por causa dos foguetes palestinos, em sua maioria neutralizados pela aviação antiaérea israelense, a população vive em abrigos, com as escolas fechadas na metade do território. E entre as vítimas, uma criança morta a tiros em Sderot. Mais dramática para os menores é a situação na Faixa com 15 crianças que perderam suas vidas em consequência de represálias aéreas israelenses. Enquanto isso, pela primeira vez desde o início da crise, soaram sirenes de alarme no norte de Israel. No Conselho de Segurança da ONU, que se reunirá novamente, os Estados Unidos vetaram uma resolução de condenação de Israel. O Presidente Joe Biden diz que o Estado judeu “tem o direito de se defender”, enquanto o Secretário de Estado, Blinken, pede ao Presidente palestino Abu Mazen que suspenda o lançamento de foguetes palestinos, mas se pergunta por quanto tempo será possível para o Hamas, que governa na Faixa, dialogar com a Cisjordânia de Fatah e de Abu Mazen.

Como todo conflito, este também tem pesadas repercussões sobre a população mais fraca e mais vulnerável, como as crianças. Save The Children, a organização que vem lutando há mais de 100 anos para salvar crianças em situações de risco e garantir seu futuro, está apelando para que as partes tomem medidas imediatas para aliviar a escalada da violência e deter este ciclo mortal de ações de retaliação. As crianças em Gaza dizem ter medo de morrer, como Yasmine, que tem 11 anos e disse a um agente da Save the Children: “Foi uma noite muito difícil para todos, eu não dormi nada. A situação é de terror, há crianças morrendo e estamos sendo bombardeados de todos os lados. Foi a pior noite da minha vida. Às 3 horas tive uma dor de estômago pelo medo e meus pais tentaram me consolar, dizendo-me que o bombardeio estava longe, mas eu sentia que estava perto”.

Garantindo a segurança dos civis

“As famílias em Gaza vivem em áreas superpovoadas e com os territórios bloqueados que as impedem de fugir ou se refugiar em outro lugar. Nossos agentes lutam para tranquilizar e apoiar seus próprios filhos. Para eles, como para todas as famílias em Gaza, as últimas 48 horas são de horrores como testemunharam nos últimos 12 anos em três guerras em Gaza”, disse Jason Lee, diretor da Save the Children nos territórios palestinos. Todas as partes do conflito também são convidadas a tomar precauções extras para proteger as escolas contra ataques: a integridade das instalações escolares deve ser respeitada por todos.

 

Fonte: VaticanNews

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