Santuário Nossa Senhora do Guadalupe

Rua Sophia Velter Salgado, s/nº - Vila Castelo Branco - Campinas, SP

+55 19 3227.5492

História

Na década de 1990, mais precisamente no ano de 1992, a Virgem Maria colocou no coração de D. Agnelo Rossi o firme desejo de construir, na cidade de Campinas, um Santuário em sua homenagem em sinal de gratidão à Virgem pelo restabelecimento de sua saúde.

D.Agnelo, então, confiou esse desejo a D. Gilberto Pereira Lopes, Arcebispo da Arquidiocese de Campinas. “Construir um grandioso Santuário dedicado à Rainha da América, Nossa Senhora de Guadalupe.”

No mês de julho de 1992, D. Gilberto Pereira Lopes levou D. Agnelo para conhecer uma região onde se encontrava o Hospital da P.U.C.. Região essa com aproximadamente 400.000 pessoas e que cresceu enormemente, mas que infelizmente, sem uma Igreja. Existiam apenas três Comunidades Eclesiais de Base.

Perto dali, na vila Castelo Branco, havia um excelente terreno, em ótima localização, que tinha sido doado à Arquidiocese de Campinas pelo Padre Capriotti, sacerdote Estigmatino que naquela época estava em Curitiba.

Nesse lugar havia uma rústica Capela, que dava assistência ao menor de rua, coordenado pelas Irmãs Salesianas. A Capela foi demolida, para dar lugar ao Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe.

Com o coração agradecido e o firme desejo de construir o Santuário de Guadalupe, D. Agnelo recebeu com muita alegria a oferta da construção do Santuário, a preço de custo, de seu sobrinho o engenheiro Vicente Rossi, diretor da Construtora Jundiaí, caso não encontrasse em Campinas uma construtora que se dispusesse a fazer.

D.Agnelo, então, escreveu uma única carta a uma conceituada construtora de Campinas, a Construtora Lix da Cunha.

Ao tomar conhecimento dessa carta, com a solicitação de D. Agnelo, a Presidente da Construtora, Dona Nair Cunha, ao ser indagada por sua neta sobre aquele pedido do Cardeal respondeu de imediato: “isso não é um pedido! É uma ordem!”

A partir daí D. Agnelo teve a graça, como ele mesmo disse, de modo extraordinário, poder contar com a ajuda da Construtora Lix da Cunha!

A futura construção do Santuário empolgou a todos quantos dela tomaram conhecimento. O entusiasmo era geral!

Para que esse sonho saísse do papel e se tornasse realidade era necessário angariar fundos para a construção. Além de generosos donativos, foram realizados vários encontros festivos.

A gratidão à Virgem de Guadalupe por parte do Cardeal D. Agnelo Rossi era imensa. Ele não teve, pessoalmente, nenhuma preocupação financeira na construção do Santuário. A ajuda e as doações chegavam milagrosamente.

D.Agnelo em seus momentos de gratidão, lembrava-se com carinho do dia 12 de setembro de 1992 quando foi lançada a primeira pedra do Santuário em meio a um grande temporal. Temporal esse que não impediu a presença de muitos fiéis do bairro Vila Castelo Branco.

Algum tempo depois, D. Agnelo, retornou à Roma e lá foi presenteado com um belo, grande e artístico quadro de Nossa Senhora de Guadalupe. Juntamente com o quadro recebeu também uma pedra da colina de Tepeyac. Essa pedra está enterrada aqui no Santuário.

Esses presentes foram abençoados pelo Santo Padre o Papa João Paulo II que falou com entusiasmo sobre o projeto da construção do Santuário.

O Santuário foi construído em tempo recorde, entre 9 e 10 meses.

No mês de novembro de 1993, D. Agnelo recebeu uma carta do Santo Padre o Papa João Paulo II abençoando e desejando felicidades na inauguração do Santuário.

Nessa carta o Santo Padre dizia: “O Santuário fortalecerá e firmará a prática religiosa e a piedade ao seu redor sob a proteção da Mãe Celeste.”

O Santuário foi inaugurado em 12 de dezembro de 1993. Localizado na Vila Castelo Branco em Campinas, tornou-se a Matriz da Paróquia abrangendo os bairros: Vila Padre Manoel da Nóbrega, Jardim Garcia, uma parte do Jardim Londres, Condomínio Parque dos Eucaliptos e o bairro Recanto dos Pássaros, com as seguintes Comunidades: Nossa Senhora Auxiliadora (J. Garcia), Maria Mãe do Povo, hoje, N. Senhora do Perpétuo Socorro (V. Pe. Manoel da Nóbrega), Deus da Vida, hoje, N. Sra. Da Imaculada Conceição (Parque dos Eucaliptos).

Em 22 de dezembro de 1993, D. Gilberto Pereira Lopes, Arcebispo Metropolitano de Campinas, nomeou o primeiro Pároco do Santuário, o Revmo. Sr. Padre Bruno Alencar Alexandroni que tomou posse no dia 30 de janeiro de 1994 às 17h com missa presidida por D. Gilberto Pereira Lopes contando com a presença do Cardeal D. Agnelo Rossi, muitos Presbíteros, autoridades, representantes de cada Comunidade da nova Paróquia e muitos fiéis.

No dia 21 de maio de 1995, faleceu o Cardeal D. Agnelo Rossi e no dia 23 de maio foi trazido, pelo Corpo de Bombeiros, para esse Santuário onde se encontra sepultado na Capela do Santíssimo.

O Santuário sempre esteve preocupado em oferecer a todo o povo uma igreja comprometida com o projeto de Jesus Cristo. Por esse motivo, durante todos estes anos, foram organizados grandes momentos como, por exemplo, em 1998 – a realização do projeto do Ano Missionário, proposto para toda a Arquidiocese de Campinas. O lema “Paz para sua casa e sua gente!” orientou o trabalho de visitadores às residências, além de atividades realizadas pelas Pastorais. Iluminada pelo Jubileu do Ano 2000, viveu o projeto “Rumo ao Novo Milênio”, com atividades como a Romaria Paroquial para a Paróquia de São Sebastião, de Valinhos e as Celebrações da Porta Santa.

O ano de 2001 foi intensamente vivido, com a realização, em Campinas, do 14° Congresso Eucarístico Nacional, dado o lema “Eucaristia, fonte da missão e vida solidária”. Além das atividades realizadas, como a visita do Legado Papal e do Núncio Apostólico ao Santuário, houve uma participação intensa dos fiéis e agentes pastorais nas celebrações na Praça Arautos da Paz.

O Pe. Bruno Alencar Alexandroni permaneceu na Paróquia até o dia 6 de fevereiro de 2011, quando tomou posse como Pároco da Paróquia de Santa Cruz. Após a saída do Pe. Bruno, no dia 30 de janeiro de 2011, com muita alegria a igreja celebrou a nomeação do Pe. Carlos José Nascimento.

Em 12 de dezembro de 2013 em missa solene presidida por D. Airton José dos Santos, a Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe foi elevada à condição de Primeiro Santuário Arquidiocesano de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira principal da América Latina.

No Santuário encontra-se a relíquia de São Paulo, um pedaço da coluna de madeira onde o mesmo foi morto, que está instalada em frente ao altar, além do quadro com o mesmo visual da imagem de Guadalupe do Santuário do México e da estátua da Virgem de Guadalupe.

A recolocação do quadro e a inauguração da estátua de Guadalupe, no dia 13 de dezembro de 2016, foi uma imensa proeza para todos os devotos. Durante a Missa Solene, o quadro foi colocado em um novo local no interior do Santuário de Campinas. Após a Missa, foi inaugurada a estátua de 2, 40 cm de altura, criada com exclusividade pelo artista Guilherme Morais, com a benção do arcebispo Dom Airton em frente ao Santuário.

Em 12 de dezembro de 2017, na missa presidida por Dom Airton José dos Santos foi inaugurada na fachada do Santuário um letreiro “Santuário de Guadalupe, 1º Santuário Arquidiocesano’’.

O Santuário comemorou seu jubileu de 25 anos em 12 de dezembro de 2018, dia de nossa Padroeira, com muita festa; tivemos novena, quermesse, almoço, grandioso show de prêmios, uma peça de teatro que encenou a história do Santuário, procissão e missas. Tivemos a presença do Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer que veio celebrar essa linda festa conosco.

Ao longo desses 25 anos, o Santuário de Nossa Senhora de Guadalupe vem se tornando centro de peregrinação e fé dos fiéis de Campinas e região.

A devoção e gratidão à Virgem de Guadalupe, associada à beleza do Santuário, bem como o cuidado com a Liturgia, vem favorecendo aos católicos “um cantinho do céu, ao lado da Virgem Maria.”

E com o objetivo de unir os devotos de Nossa Senhora de Guadalupe em uma grande família, o projeto “Família Guadalupe’’ foi criado durante o Jubileu da Misericórdia (2015/2016). A cada mês, os participantes recebem um conteúdo motivacional sobre a devoção a Padroeira da América Latina.

A participação no projeto ocorre através da contribuição mensal nos valores de R$ 20,00, R$ 50,00 ou R$ 70,00, e o cadastro pode ser feito em nosso site ou na recepção do Santuário. O cadastro pode ser feito aqui no site ou na Secretaria do Santuário. Os devotos que contribuem recebem via Correios materiais impressos e presentes exclusivos, além do acesso a uma área especial do site. A contribuição ajudará na ampliação dos projetos de divulgação da devoção a Virgem de Guadalupe no Brasil e entre outras iniciativas do Santuário.

 

Cardeal Dom Agnelo Rossi – Biografia

Dom Agnelo Rossi, nasceu 04 de maio de 1913, em Joaquim Egídio, distrito de Campinas, filho de Vincenzo Rossi, Comendador da Ordem do Santo Sepulcro, e Vittoria Colombo. Teve um único irmão, Miguel Rossi.

Faleceu 21 de maio de 1995 aos 82 anos, tendo sido sepultado no Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, Igreja por ele construída, em Campinas.

Realizou seus primeiros estudos em Valinhos, ingressando depois, 26 de janeiro de 1926, no Seminário Menor Diocesano Santa Maria, em Campinas, onde também cursou a Filosofia. A 15 de outubro de 1933 partiu para Roma, instalando-se por cinco meses no Colégio Pio Latino-Americano. A 4 de abril de 1934, foi um dos trinta e três alunos fundadores do Pontifício Colégio Pio Brasileiro, onde recebeu a matrícula de número 1 do novo e grandioso colégio, na Via Aurélia. Realizou seus estudos de Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma.

Foi ordenado sacerdote pelas mãos do cardeal Luigi Traglia, bispo auxiliar de Roma, na Arquibasílica de São João Latrão, em Roma, a 27 de março de 1937.

No dia 5 de março de 1956, aos 42 anos, foi nomeado, pelo Papa Pio XII, Bispo da Diocese de Barra do Piraí, Rio de Janeiro, tendo o anúncio sido feito pelo então Núncio Apostólico no Brasil, Dom Armando Lombardi, na seção solene de instalação da Universidade Católica de Campinas, realizada no Teatro Municipal de Campinas, no dia 14 de março de 1956.

Foi sagrado bispo no dia 15 de abril de 1956, na catedral metropolitana de Campinas, pelas mãos de Dom Paulo de Tarso Campos, Arcebispo de Campinas, sendo consagrantes Dom Helder Pessoa Câmara e de Dom Vicente Ângelo José Marchetti Zioni.

Em 6 de setembro de 1962, foi designado Arcebispo Metropolitano de Ribeirão Preto, São Paulo, função que exerceu até 1 de novembro de 1964, quando da sua nomeação pelo Papa Paulo VI para Arcebispo de São Paulo. Em 1968, pressionado pelo clero paulista, recusou-se a receber do governo Costa e Silva a grã-cruz da Ordem Nacional do Mérito, uma atitude de protesto à expulsão do padre-operário belga Pierre-Joseph Wauthier, preso por negar-se a abençoar as liturgias patronais.[1] Tentando não se indispor com o governo, chegou a propor não receber a medalha em público, mas no quartel-general do II Exército e celebrar de bom grado uma missa de comemoração ao aniversário do presidente, mas Costa e Silva não aceitou.[1] Enquanto arcebispo de São Paulo, foi o responsável pela inauguração das duas torres da Catedral da Sé em 15 de novembro de 1969.[2]

Exerceu esta função até 22 de outubro de 1970, quando foi chamado a servir a Igreja na Cúria Romana.

25 de janeiro de 1965, durante as cerimônias de inauguração do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do estado de São Paulo, foi anunciada a sua escolha para o cardinalato. No Consistório do dia 22 de fevereiro de 1965, festa da Cátedra de São Pedro, presidido pelo Papa Paulo VI, na Basílica de São Pedro, Dom Agnelo Rossi foi criado Cardeal-presbítero, do título da Grande Mãe de Deus (1970-1984). Tomou posse de sua igreja titular a 27 de fevereiro de 1965.

Em 22 de outubro de 1970, foi nomeado Prefeito da Congregação para a Evangelização dos Povos.

Em 8 de abril de 1984, foi designado Presidente da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica, cargo que renunciou a 6 de dezembro de 1989.

Em 25 de junho de 1984, foi eleito Cardeal-bispo do título Suburbicário de Sabina e Poggio-Mirteto (1984-1995)

Em 19 de dezembro de 1986, foi eleito Cardeal-Bispo do Título Suburbicário de Hóstia Antiga, sendo confirmado, pelo Papa João Paulo II, Cardeal Decano do Sacro Colégio, cargo que renunciou a 31 de maio de 1993,

Brasão e lema

Descrição: Escudo eclesiástico (oval). Em campo de blau um in-fólio aberto de argente com uma espada do mesmo posta em pala e brocante sobre o livro, tendo, adestrada em chefe, uma estrela de seis pontas também de argente. Chefe de goles com três flores-de-lis de argente ordenadas em faixa – que é de Rossi. O escudo está assente em tarja branca, na qual se encaixa o pálio branco com cruzetas de sable. O conjunto pousado sobre uma cruz trevolada de duas travessas de ouro. O todo encimado pelo chapéu eclesiástico com seus cordões em cada flanco, terminados por quinze borlas cada um, tudo de vermelho. Brocante sob a ponta da cruz um listel de argente com a legenda: OPORTET ILLVM REGNARE, em letras de sable.

Interpretação: O escudo oval obedece às regras heráldicas para os eclesiásticos. O campo azul representa o manto de Maria Santíssima sob cuja proteção o Cardeal pôs toda a sua vida sacerdotal, sendo que este esmalte significa: justiça, serenidade, fortaleza, boa fama e nobreza. O in-fólio com a espada representa o apóstolo São Paulo padroeiro do Estado onde nasceu o Cardeal e da Cidade onde foi Arcebispo, sendo de prata simboliza a inocência, a castidade, a pureza e a eloquência, virtudes essenciais num sacerdote. A estrela de seis pontas representa Nossa Senhora, a Estrela Matutina – Aurora da Salvação – e sendo de argente tem o simbolismo deste metal já descrito acima. O chefe é do brasão de armas da Família Rossi, sendo também uma homenagem a Sua Santidade o Papa Paulo VI, em cujo escudo também se encontram três flores-de-lis de argente, mas postas: 1 e 2, em chefe (de Montini). A cor vermelha simboliza o fogo da caridade inflamada no coração do Cardeal pelo Divino Espírito Santo e também faz alusão ao seu nome de família: Rossi, que em italiano é plural de vermelho. A flor-de-lis, a mais nobre das flores heráldicas, é símbolo de nobreza e poder, e sendo tríplice honra a Santíssima Trindade. A cruz de duas travessas representa a dignidade arquiepiscopal e o chapéu a dignidade cardinalícia. O ouro da cruz simboliza: nobreza, autoridade, premência, generosidade, ardor e descortínio. O listel tira seu lema da frase de São Paulo(1 Cor. 15, 25) OPORTET ILLVM REGNARE: ” É preciso que Ele reine” confirmando bem ser só Jesus Cristo a aspiração contínua da vida do Cardeal, dando eco à carta Apostólica Œcumenicum Concilium. O esmalte negro das letras simboliza: a sabedoria, a ciência, a honestidade, a firmeza e a obediência ao Sucessor de Pedro.

Principais atividades extraordinárias no período anterior ao trabalho na Cúria Romana:

Presidente da Primeira Semana de Estudos Apologéticos – Bogotá- Colômbia (Janeiro de 1955)
Relator do Tema: O Protestantismo na América Latina – Primeira Conferência Geral do Episcopado Latino-Americano- Rio de Janeiro (julho de 1955)
Catequese Popular – Primeira experiência de Comunidades Eclesiais de Base – Barra do Piraí (1956)
Cursos intensivos sobre Protestantismo no Brasil – São Paulo, Porto Alegre, Recife e Fortaleza (1957)
Curso sobre Protestantismo no Brasil – Pontifício Colégio Pio Brasileiro – Roma (1958)
Fundação do Seminário Menor Interdiocesano de Barra do Piraí (1958)
Visitador Apostólico das Universidades (6) e Faculdades Católicas do Brasil (111) do Brasil (1958)
Preparou a criação da Diocese de Nova Iguaçu (1959)
Visitador Apostólico dos Seminários de São Paulo e Aparecida (1959)
Projeto de barra do Piraí-RJ – com o Movimento dos Voluntários do Papa ao cargo do Graal (1959)
Representante do Episcopado da América-Latina para a Cooperação com os Bispos dos Estados Unidos e Canadá, no Encontro de Washington-EUA -Georgetown University (Novembro de 1959)
Administrador Apostólico da Diocese de Valença (1959)
Organizador do Comitê latino-Americano da Fé (CLAF, 1959) e fundador do Instituto Catequético Latino Americano (ICLA) Santiago-Chile (1960)
Delegado do Episcopado Brasileiro junto ao Conselho Episcopal Latino-Americano(CELAM) – (1960-1965)
Estendeu a Sede Episcopal de Barra do Piraí a Volta Redonda (1962)
Vigário Capitular de São João da Boa Vista(1963)
Fundação da Casa de Exercícios Espirituais de Brodowski (1963)
Fundação da Cooperativa Popular de Consumo – Ribeirão Preto
Primeiro Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil(CNBB, 1964-1970)
Principal Orador no Encontro do CIPOP – Programa de Intercâmbio Pastoral na América – Chicago – E.U.A. (1966)
Preparou a criação da Diocese de Jundiaí-SP (1968)
Preparou a Divisão da Arquidiocese de São Paulo em Regiões Episcopais.
Presidente do Congresso Catequético Latino-Americano – Medellín – Colômbia (1968)
Fundação do Instituto Paulo VI para formação de Agentes de Pastorais e Centro Recreativo para a Arquidiocese de São Paulo- São Paulo-SP
Presidente da Peregrinação nacional e Internacional a Fátima-Portugal (1969)
Participação no Concílio Vaticano II e nos diversos Sínodos dos Bispos, sendo presidente delegado no Sínodo de 1969
Eleito membro do Primeiro Secretariado Geral do Sínodo dos Bispos (1969)
Fundação do Instituto Agrícola para Formação de Dirigentes da Zona Rural – São Paulo (1970)
Construção da Igreja de Nossa Senhora de Guadalupe – Campinas
Construção da Igreja de São Miguel – Campinas
22 Cursos Intensivos e 47 Retiros Espirituais a grupos da Ação católica, em diversas cidades do Brasil
20 Retiros Espirituais ao Clero do Brasil
Criação de 142 Paróquias, como Bispo
Criação, junto com o Governador Abreu Sodré, do Museu de Arte Sacra de São Paulo

Atividades na Cúria Romana

Atividades ordinárias:

Prefeito da Sagrada Congregação para a Evangelização dos Povos – Propaganda Fide
Presidente da Administração do Patrimônio da Sé Apostólica
Membro do Conselho para Assuntos Públicos da Igreja

Membro das Sagradas Congregações:
Para a Doutrina da Fé
Dos Bispos
Para as Igrejas Orientais
Para o Clero
Para os Religiosos e Institutos Seculares
Para as Causas dos Santos
Para a Educação Católica

Membro dos Secretariados:
Para a União dos Cristãos
Para os Não-Cristãos

Membro das Comissões Pontifícias:
Para a Revisão do Código de Direito Canônico
Para a Revisão do Código de Direito Canônico Oriental
Cardinalícia de Vigilância do Instituto para as Obras Religiosas (IOR)

Atividades Extraordinárias:

Além das Viagens Missionárias, em nome da Propaganda Fide:
Encontro dos Diretores Diocesanos dos Estados Unidos da América – Nova Iorque (1971 e 1976)
Centenário de Santa Teresa do Menino Jesus – Lisieux-França (1973)
Milênio de Santo Ulrico – Augsburgo-Alemanha (1973)
Bicentenário da catedral de Santa Edwiges – Berlim Oriental-Alemanha (1973)
Congresso Missionário Franciscano – Assis-Itália (1974)
Congresso Internacional Dominicano – Madri-Espanha (1974)
Reunião dos Diretores da Pontifícia Obra da Santa Infância -Paris-França (1974) e San Diego-EUA (1980)
28ª Semana de Missões – Burgos-Espanha (1975)
Centenário Missionário Salesiano – Turim-Itália (1975)
Congresso Missionário de Torreón-México – Enviado Papal (1977)
Congresso Missionário de Manila-Filipinas – Enviado Papal (1979)

Criação:

do Centro Internacional de Animação Missionária – CIAM – Roma-Itália (1974)
do Instituto de Catequese Missionária, em duas Sessões: Roma e Castel Gandolfo
do Foyer Paulo VI
do Centro de Estudos Chineses – Pontifícia Universidade Urbaniana – Roma-Itália
do Centro de Estudos sobre o Ateísmo – Pontifícia Universidade Urbaniana – Roma- Itália
do Centro de Estudos sobre Evangelização e Culturas – Pontifícia Universidade Urbaniana – Roma-Itália

Reformas:

Palácio da Propaganda Fide – Piazza di Spagna – Roma-Itália
Novo Arquivo da Propaganda Fide
Prédio da Universidade Urbaniana
Prédio de Castel Gandolfo
Vila Betania
Melhoramento nas propriedades agrícolas da Propaganda Fide

Construções:

Prédio da Reitoria da Universidade Urbaniana -Roma-Itália
Nova Biblioteca da Universidade Urbaniana – Roma-Itália (dotada com mais de 400 novos volumes)
Foyer Paulo VI
Auditório João Paulo II
Casa de São José – das Irmãs Carmelitas que assistem à Universidade Urbaniana
Novo Edifício do Centro de Animação Missionária

Viagens ao exterior com finalidade apostólica:

África: África do Sul, Alto Volta, Angola, Camarões, Congo, Costa do Marfim, Egito, Gabão, Gana, Guiné Equatorial, Marrocos, Moçambique, Quênia, Senegal, Suazilândia, Sudão e Zaire
América: Antilhas, Argentina, Bolívia, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, El Salvador, Equador, Estados Unidos (e ONU), Guatemala, México, Panamá, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela
Ásia: Camboja, Coréia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Filipinas, Japão, Jordânia, Hong-Kong, Índia, Indonésia, Israel, Kuwait, Líbano, Macau, Malásia, Singapura, Síria, Sri Lanka, Tailândia, Taiwan e Vietnam do Sul
Europa: Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, França, Grécia, Inglaterra, Irlanda, Itália, Jersey, Liechtenstein, Luxemburgo, malta, Portugal, San Marino e Suíça.
Oceania: Austrália, Fiji, Ilhas Salomão, Novas Híbridas, Nova Zelândia, Papua-Nova Guiné e Samoa.

Viagens apostólicas com o Santo Padre:

Austrália e Filipinas: com o Papa Paulo VI (1970) – como Prefeito da Propaganda Fide
África: com o Papa João Paulo II (1979)
Tailândia: com o Papa João Paulo II (1984)

 

 

 

 

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Agnelo_Rossi

O professor Francisco Rossi, sobrinho do Cardeal dom Agnelo Rossi, doou ao Santuário Nossa Senhora de Guadalupe, alguns objetos que pertenceram a Dom Agnelo. Estes objetos ficarão expostos para visibilidade dos fieis em um museu criado aqui no Santuário de Guadalupe.

Os objetos doados são os seguintes: Batinas de Bispo e Cardeal, Mitras, Estolas, Solidéu, Saturno, o Pálio, Cruz Peitoral e livros de autoria de Dom Agnelo.

Horário para visitação: Terça a Sexta-feira das 8h às 12 das 14h às 18h e Sábado das 8h às 12h.

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