Avisos Paroquiais

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Santuário Nossa Senhora do Guadalupe

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Já ouviu falar de Nossa Senhora do Punicale?

O antigo e glorioso Padroado Português do Oriente conta a história da milagrosa imagem de Nossa Senhora do Punicale, narrado em Costa da Pescaria, em Santa Maria. Aparece no 39º título do livro primeiro, tomo oitavo. Fala que foi construída uma igreja para os cristãos com a invocação de Nossa Senhora do Punicale. O nome é procedente do local, assim chamado.

Baseando-se no que os historiadores escreveram sobre Nossa Senhora do Punicale, o Frei Agostinho narra o milagre ocorrido em favor de uma senhora pagã que, nas suas orações idolátricas, pedia sempre uma graça, para ela importantíssima. Porém, o tempo ia passando e nada de a mulher ser atendida nas suas preces. Aborrecida pela demora ou convencida de não ser atendida pelos seus ídolos, abandonou sua fé idolátrica.

As pessoas cristãs, ao saberem do ocorrido, aconselharam à mulher que fosse à igreja de Nossa Senhora do Punicale e pedisse a ela a graça tão desejada.

Animada pela sinceridade das narrativas de proteção de Nossa Senhora, ela foi à igreja de Nossa Senhora do Punicale e pediu a mesma graça que pedia aos ídolos. Prometeu ao mesmo tempo oferecer duas velas do seu tamanho e, principalmente, tornar-se cristã.

Algum tempo depois a mulher pagã obtinha a graça pedida, que era de ser mãe. Seis dias depois do parto, a mulher levou seu filhinho à igreja e as duas velas prometidas.

Este fato narrado pelo franciscano Frei Agostinho convida-nos a renovar a oração de São Bernardo:

Lembrai-vos, ó piíssima Virgem Maria, que jamais se ouviu dizer que quem tivesse recorrido à vossa proteção, implorado vosso socorro, e demandado vosso auxílio fosse por vós desamparado. Animado, eu, pois, com igual confiança, venho a vós, ó Virgem das Virgens, como a mãe recorro. Não desprezeis as minhas súplicas, ó mãe do Filho de Deus feito homem, mas dignai-vos a acolhê-la piedosamente. Assim seja”.

Texto extraído da Revista Ave Maria – edição de dezembro/2016 da seção “Maria na devoção popular” redigida pelo Pe. Roque Beraldi, cmf.

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