Santuário Nossa Senhora do Guadalupe

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Mensagem do Reitor › 28/03/2017

Alguns fatos intrigantes do manto de Guadalupe

O manto de Guadalupe tem muitas coisas que intrigam a ciência, assim como os seus fiéis, que celebram sua aparição e devoção.

Gostaria de destacar três aspectos muito interessantes para nossa conversa deste mês:
1 – A imagem sobre o manto não é pintura e é impossível fazer qualquer réplica dela;
2 – O manto tem características de um corpo humano vivo;
3 – O manto, apesar da péssima qualidade, parece ser indestrutível.

Comecemos discorrendo sobre sua imagem: nunca se conseguiu replicar nenhuma imagem com as mesmas propriedades da que está impressa no manto de Juan Diego, a começar pelo próprio fato de que ela perdura há 486 anos, sem descolorir, num tecido de péssima qualidade. As melhores aproximações foram obtidas pelo artista Miguel Cabrera, do século XVIII, que descreveu a imensa dificuldade de recriar essa imagem mesmo nas melhores superfícies.

Os cientistas e peritos em fotografia que a estudaram garantem que não foi usada qualquer técnica de pintura adequada a esse tecido e que nem sequer existem nele traços de pincel; em vez disso, o que se descobriu é que a imagem foi literalmente impressa, toda ao mesmo tempo, sobre o manto, e que a sua coloração não apresenta elementos animais nem minerais, além de mudar ligeiramente de tom conforme o ângulo do qual é vista. Como se não bastasse, embora o manto seja tão grosseiro, a parte dele sobre a qual a imagem ficou impressa se tornou
suave como seda.

O segundo aspecto: em 1979, o biofísico dr. Phillip Callahan, da Universidade da Flórida, analisou o manto com tecnologia infravermelha e descobriu que a malha mantém uma temperatura constante de 36,6 a 37 graus Celsius, que é a temperatura normal de uma pessoa viva.

O terceiro aspecto: em 1785, durante uma limpeza do vidro que protege o manto, derramou-se solvente de ácido nítrico sobre grande parte da imagem, que deveria ter sido instantaneamente corroída. No entanto, a imagem se restaurou sozinha em 30 dias e continua intacta até hoje, com pequenas manchas somente em partes do manto que não contêm a imagem.

Em 1921, um militante anticlerical colocou diante da imagem, na Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe, um vaso de rosas que na verdade continha 29 cargas de dinamite.

A explosão fez voar pelos ares desde o piso até o genuflexório de mármore, atingindo até mesmo janelas a 150 metros de distância. Um pesado crucifixo de bronze e os candelabros de metal que estavam ao lado da imagem se retorceram com a força da explosão. No entanto, a imagem e seu vidro de proteção, que nem sequer era à prova de balas, ficaram perfeitamente intactos.

Acontece que essa imagem impressa sobre o manto de São Juan Diego tem características extraordinárias que desafiam a ciência há cinco séculos. A prova continua desafiando a todos que não conseguem ver nela mais uma manifestação de Deus. É uma presença reveladora da Virgem Maria, que intercede pela humanidade necessitada de Deus. Voltemo-nos para ela.

• Virgem de Guadalupe, olha por todo o mundo que grita, mas pouco busca o teu aconchego.

Pe. Carlos Nascimento
Reitor do Santuário Nossa Senhora de Guadalupe – Campinas, SP

1 Comentário para “Alguns fatos intrigantes do manto de Guadalupe”

  1. Maria Rosileide Pereira da Silva disse:

    Bom dia!! Já li vários livros e artigos sobre Nossa Senhora de Guadalupe.A leitura me surpreendo com as informações e sou grata por tantas graças alcançadas por intercessão da minha Mãe que tanto amo.Simplesmente maravilhoso !!! Desde criança ,leio, pesquiso e sou devota de Nossa Senhora.

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